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caminhar, nascer, renascer, sempre a buscar a liberdade que não entendi ou esperar com o trigo a plantar, é caminho de paz, observante a um pai, logo é trigo é abrigo, é colheita e não suplício a eternos. Mas será o pai bendito, e a ninguém o desprezo, mas será servo e a ninguém o desprezo, mas será fruto bendito e a ninguém seu desprezo, mas será santo e a ninguém o mal feito. E continuar a realizar, e realizar, sempre, até o dia da boa colheita. E nesse dia o servo do bendito se deleita com a boa ceia, e continuar. E por fumo a modificar e a ninguém o descaso, mas chorar ao sorrir e, ver realizar o proveito, porque depois é depois há outra hora sempre comemorar. Sem chorar ou sorrir, mas, deixa-nos tuas em outra hora, não agora. Add to Favorites Send me an e-mail |
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